AMS: tradição aliada à modernidade

Uma história que teve início na Alemanha em meados do século XIX e que, geração após geração, tem preservado o seu legado. Essa é a AMS Uhren, uma das marcas de maior tradição no mundo todo na fabricação dos famosos carrilhões.

Localizada em Schönenbach, nas proximidades de Furtwangen, a empresa familiar emprega nos dias atuais não mais do que 20 pessoas. Pode-se citar entre esses os especialistas na produção das obras comercializadas, bem como por profissionais capacitados no tratamento das superfícies de metal e de madeira e, ainda, em metalurgia.

Com a preocupação de entregar muito mais do que simples relógios, e apresentando verdadeiras obras de arte no que diz respeito ao setor, a AMS prioriza sempre o estilo e a elegância. Atuando em um mercado extremamente competitivo e entregando produtos que prezam pela máxima qualidade e pela precisão, seus detalhes  exclusivos fazem toda a diferença.

Isso porque a marca utiliza de materiais nobres na produção dos seus artigos. Nesse sentido, pode-se destacar o uso de madeiras da nogueira e da cerejeira, que garantem um produto mais bonito e com acabamento diferenciado e contemporâneo.

Cuidadosamente projetados até o último detalhe e com desenhos talhados nas madeiras preciosas, cada modelo de relógio é criado e pensado para os clientes mais exigentes, tornando-se um artigo de extremo valor sentimental. 

E não é somente na aparência externa que os relógios merecem destaque. O interior recebe total atenção, uma vez que ele é crucial para a durabilidade e eficiência do produto. Atuando com um mecanismo que permite o mais alto desempenho e com cálculos precisos, cada movimento dos pêndulos remete a uma atmosfera de tranquilidade, com batidas em completa harmonia com o ambiente inserido.

Portanto, se o seu objetivo é buscar a união do contemporâneo com o moderno, a AMS tem o produto certo para você. Respondendo com flexibilidade e de forma rápida aos desejos de seus clientes, a marca permite registrar a individualidade de cada pessoa em seus relógios.

E se você acha que tanta tecnologia está longe da sua realidade, você está enganado. Isso porque, no Brasil, a loja Kukos é a parceira oficial da fabricante, com distribuição para o mercado nacional.

Com lojas nas cidades de Gramado e Nova Petrópolis, na Serra Gaúcha, os modelos podem ser adquiridos com muita facilidade e com muita qualidade. Basta conferir todos os modelos de pertinho para se apaixonar ainda mais.

Relógio Cuco: história e tradição

O primeiro Relógio Cuco original do qual se tem conhecimento foi chamado de Black Forest Cuckoo Clock e foi desenvolvido há quase 300 anos. A história do nascimento não é muito clara, o que se sabe é que um vendedor ambulante chamado Franz Kettler buscava vidros artesanais na Floresta Negra para vender em países estrangeiros como em Böhmen (atualmente República Tcheca).

Acredita-se que alguém, talvez o próprio Senhor Kettler, tenha se encantado por estes produtos e aliado a isso, tenha tido a ideia de substituir uma ferramenta popular na época para controle de tempo, a ampulheta. Assim, construindo o seu próprio (e primeiro) Relógio Cuco, feito com materiais da Floresta Negra, mas concebido em outro local.

Em pouco tempo, os Relógios Cuco ganharam fama e popularidade na Alemanha e cada cidadão passou a desejar ter o seu próprio exemplar. Como nessa época nevava muito durante os invernos, os habitantes locais tiveram tempo de sobra para desenvolver seus próprios Relógios Cuco artesanalmente. Com isso, apareceu uma variedade rica de estilos e esculturas. Há registros que relatam que chegou a haver competição entre os moradores locais para ver quem criava o relógio mais original e bonito.

Na região da Floresta Negra, normalmente quando um fazendeiro falecia, deixava de herança a propriedade para seu filho mais velho e aos menores, cabia somente um pequeno pedaço de terra. Eles eram chamados de “Häuslers” e comumente buscavam outras formas de conseguir dinheiro e produzir de Relógios Cuco foi uma alternativa. Em 1690 já havia toda uma indústria voltada ao negócio na alta Floresta Negra, formada principalmente por esses pequenos donos de terras.

Foi em 1738 que Franz Ketterer da vila de Schönwald construiu um cuco para o seu relógio e inseriu o som do pássaro. A forma de fazer o áudio continua a mesma até hoje: dois foles enviam ar através de um tubo (semelhante aos antigos órgãos de igreja), gerando assim o canto desejado.

Em 1808 já haviam mais de mil relojoeiros registrados nos distritos de Triberg e Neustadt, sendo que em cada uma, cerca de 10% dos seus habitantes estavam envolvidos no processo direto de criação de Relógios Cuco. Em 1850, o Herzog (Duke) de Baden fundou a primeira escola para ensinar como produzir as peças em Furtwangen, lá se ensinava matemática, desenho e o que mais fosse interessante para o processo.

O tipo especial de relógios cuco denominado “Bahnhäusle”, é esculpido como se fosse videiras silvestres e foi criado a partir da inspiração de construções feitas pelos italianos que trabalharam na construção da estrada de ferro, que cortava a Black Forest, em cerca de 1860.

Desde então a indústria dos Relógios Cuco vem se aperfeiçoando com equipamentos modernos e maquinário sofisticado porém, as esculturas na madeira continuam sendo feitas a mão, assim como eram séculos atrás. E apesar de haverem novos padrões e desenhos, ainda são utilizados e usados como base, estruturas dos primeiros modelos. É certamente um produto de impacto, que atravessa gerações.

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5 curiosidades sobre a história da Oktoberfest no Brasil

Já é Outubro , e os amantes de cerveja já estão comemorando! Um legado da cultura alemã, a Oktoberfest ocorre nesse mês é uma das maiores festas do mundo. E como o Brasil possui um dos maiores redutos dessa população fora da Alemanha, o país não poderia ficar de fora dessa, não é mesmo?

Quer entrar no clima da maior festa da cerveja do mundo? Veja 5 curiosidades sobre a história da Oktoberfest Brasil:

1. Como uma enchente fez surgir a melhor festa do Brasil

A história do início da Oktoberfest no Brasil é interessante. Em 1983, houve uma forte chuva que causou uma grande enchente na região do Rio Itajaí-Açu. O desastre foi tão forte que o rio subiu mais de 16 metros acima do nível normal.

Diante da dimensão da tragédia, os moradores da região – boa parte de descendência alemã – decidiram fazer uma festa para trazer um pouco de ânimo para todos e também para arrecadar dinheiro para a reconstrução da região.

Essa festa era nada menos do que a Oktoberfest. Desde então, ela acontece tradicionalmente todos os anos simultaneamente à edição alemã, trazendo milhares de turistas e incrementando o turismo e a geração de renda da região.

2. Teorias da conspiração sobre a Oktoberfest

Mas essa história não convenceu todo mundo não. Reza a lenda que, na verdade, já havia a ideia de se fazer a Oktoberfest e que inclusive a estrutura toda já estaria pronta antes mesmo da enchente.

A festa seria feita para impulsionar o turismo e o comércio na região e os galpões já estavam todos construídos. A festa coincidia justamente com um mês depois do aniversário da cidade e seria esse o intuito. Com a enchente, essa se tornou a “desculpa oficial”, segundo quem acredita nessa versão.

3. Todos sentadinhos

Uma regra na Oktoberfest, caso você nunca tenha ido (e, portanto, é importante saber), é que só pode ser servida cerveja para quem estiver sentado. Exatamente. Se você estiver em pé, os garçons não irão servir a bebida para você.

Essa é uma regra que vem da festa original da Alemanha, então, chegue bem cedo à festa. Muitas pessoas costumam madrugar para conseguir um lugar em uma mesa e ficar por ali durante toda a festa. Esse é um detalhe bom porque, como a festa reúne milhares de pessoas por dia, evita que as pessoas acabem se esbarrando e derrubando bebida umas nas outras por acidente.

4. Recordes e competições

O maior recorde até hoje da Oktoberfest de Blumenau foi o consumo de 774 mil litros de cerveja, na edição de 1990.

Uma das competições mais conhecidas da festa é a do chopp em metro. Ela funciona da seguinte forma: a pessoa precisa beber uma tulipa de 600 ml sem babar ou tirar o copo da boca. Para facilitar, a bebida é sem álcool.

Outra coisa bacana é que quem for com trajes típicos consegue entrar na festa sem pagar ingresso. Então invista na sua fantasia!

5. Outras cidades em que rola a Oktoberfest    

Engana-se quem acha que Blumenau é a única cidade em que rola a Oktoberfest. A primeira aconteceu em Itapiranga. Hoje elas acontecem nas cidades de Santa Cruz e Igrejinha, Lagoa dos Três Cantos, Marechal Cândido Rondon, Ponta Grossa e São Jorge d’Oeste. Então, se não conseguir visitar a principal, poderá aproveitar em qualquer um desses lugares!

Agora que você já conhece a história da Oktoberfest Brasil, aproveite para conferir outras tradições alemãs que chegaram ao Brasil com a imigração. E para receber mais conteúdos como este diretamente no seu e-mail, não deixe de assinar nossa newsletter!