Entenda a origem fascinante da Contagem do Tempo

Desde que o homem notou pela primeira vez o movimento regular do Sol e das estrelas, começou a se perguntar sobre a passagem do tempo. A população pré-histórica registrou as fases da Lua, pela primeira vez, cerca de 30 mil anos atrás.

Desde então, a contagem do tempo tem sido a maneira pela qual a humanidade tem observado os céus e representado o progresso da civilização.

Eventos naturais

Os primeiros eventos naturais a serem reconhecidos aconteciam nos céus, mas, durante o curso de um ano, muitos outros eventos climáticos indicam alterações significativas no ambiente. 

Ventos e chuvas sazonais, inundações de rios, florescimento de árvores e plantas, e os ciclos de reprodução ou migração de animais e aves, tudo isso levou a divisões naturais do ano, que culminaram com o reconhecimento das estações. 

Contagem do tempo pelo Sol

Conforme o Sol se move no céu, as sombras mudam de direção e comprimento, de modo que um simples relógio de sol pode medir a duração de um dia. Assim, não foi difícil perceber que a duração de cada dia dependia da época do ano.

Primeira divisão do dia em partes

O povo egípcio foi um dos primeiros a usar relógios de sol para marcar os dias, e, graças a evidências arqueológicas, os historiadores acreditam que essa tenha sido a primeira civilização a dividir o dia em partes menores.

Por volta de 1500 a.C., os egípcios desenvolveram um relógio de sol em forma de “T”, colocado no solo e calibrado para dividir o intervalo entre o nascer e o pôr do sol em 12 partes, com base no número de ciclos lunar. Essa divisão durante o dia formou a primeira representação do que chamamos de “hora”.

Sem luz artificial para contar as horas durante a escuridão, os egípcios recorreram a um conjunto de 24 estrelas, das quais 12 marcavam a passagem da noite.

O relógio de água (clepsidra) é um antigo instrumento constituído por dois cones que se comunicam pelo ápice (sendo um deles cheio de água) e que era usado para medir o tempo com base na velocidade de escoamento da água do cone superior para o inferior. 

60 minutos

Foi só entre 147-127 a.C. que surgiu a divisão do dia em 24 horas com base na observação dos dias de equinócio. Antes, porém, por volta de 2000 a.C., os babilônios desenvolveram um sistema de cálculo astronômico baseado no número 60. Mas a segmentação em 60 minutos, cada um com 60 segundos, ocorreu também no século II a.C., com os estudos do astrônomo grego Eratóstenes.

Mesmo assim, por muito tempo, os relógios dividiam as horas em metades, terços ou quartos, nunca em 60 minutos, até ser inventado o primeiro relógio mecânico, no final do século XVI.

Tempo universal coordenado

Graças às civilizações antigas, que definiram e preservaram as divisões do tempo, a sociedade moderna pode conceber um dia de 24 horas, uma hora de 60 minutos e um minuto de 60 segundos. 

Os segundos já foram derivados da divisão de eventos astronômicos em partes menores, mas isso mudou em 1967. Naquele ano, o segundo foi redefinido como a duração de 9.192.631.770 períodos da radiação decorrente das transições de energia do átomo de césio. Essa caracterização inaugurou a atual era da cronometragem atômica e o UTC (tempo universal coordenado).

Conhece outra história sobre a contagem do tempo e o surgimento do relógio? Compartilhe nos comentários!

Saiba mais sobre o Museu do Relógio na Alemanha!

Somos realmente apaixonados por relógios, e a dica de hoje é de uma atração turística que tem muito a ver com esse assunto, é claro. Trata-se do Museu do Relógio, que fica na Alemanha, e neste post trazemos curiosidades, localização e tudo aquilo que explica por qual motivo você ainda precisa conhecê-lo.

Não perca nenhum dos tópicos abaixo e conheça mais a respeito desse lugar encantador. Venha com a gente!

Localização do Museu do Relógio

Antes mesmo de chegar ao Museu do Relógio na Alemanha existe uma série de atrações que encantam o visitante.

Para início de conversa, o museu fica na pequena e encantadora cidade de Furtwangen, no meio da famosa Floresta Negra, quase na divisa com a França. A região é conhecida pela tradição na fabricação de relógios dos mais variados tipos, com destaque para os cucos, e bastante procurada por turistas que desejam alugar um Porsche e dirigir com toda a segurança proporcionada pela estrada — e sem limite de velocidade — ou aproveitar as badaladas estações de esqui. Mas esse é um assunto para outro post.

Uma viagem no tempo

O Museu do Relógio não é apenas mais uma exposição de variadas peças, mas um local bastante dedicado ao assunto e a tudo aquilo que lhe diz respeito, como por exemplo, a história da elaboração do conceito de horas, a relativização do tempo, documentos relatando as primeiras discussões a respeito do que são segundos, meses, anos, e mais uma série de informações importantes que agradarão desde os aficionados do assunto até aqueles que nunca viram um relógio cuco na vida.

O acervo mais rico do mundo

O Museu do Relógio na Alemanha é a maior coleção de relógios do mundo reunida em um só lugar. São mais de oito mil exemplares entre marcadores eletrônicos, relógios espaciais, relógios de sol, peças históricas, relógios de parede dos mais simples aos mais exóticos, conceitos primitivos de medição de horas, até peças moderníssimas ou aquelas comuns, a ponto de você ter certeza de que já as viu em algum lugar em sua cidade. Mas, como descrito nos tópicos anteriores, não é apenas isso que torna o Museu do Relógio em Furtwangen um lugar tão especial.

Uma sinfonia de pássaros e outros sons

A região da Floresta Negra é bastante tradicional no que diz respeito à fabricação de relógios, mas o destaque é a produção dos modelos cuco. E no Museu do Relógio existe uma infinidade deles em diferentes tamanhos, maquinários, concepções e opções de adorno, que vão desde algo parecido com um grande armário até as pequenas peças feitas para as mesas de escritório.

Agora imagine o que acontece de meia em meia hora. Isso mesmo: uma verdadeira sinfonia ensurdecedora e ao mesmo tempo agradável de relógios cuco tocando ao mesmo tempo. O som das badaladas e dos passarinhos anunciando o tempo é algo realmente inesquecível.

Uma dica importante e desprovida de trocadilhos: vá com bastante tempo disponível! É é uma ótima oportunidade de você saber mais sobre o relógio que você adquiriu com a Kukos! Vale muito a pena.

Gostou do nosso post de hoje? Também poderá se interessar pelo artigo Você sabe o que é um Grandfather Clock?

Você sabe quem foram os irmãos Grimm?

Você pode até não saber, mas grande parte dos contos de fadas que você leu ou conta (ou contava) para seus filhos é de responsabilidade de dois alemães: os irmãos Grimm. Suas histórias foram escritas há mais de 200 anos, mas até hoje encantam multidões pelo mundo.

Neste texto você poderá conhecer um pouco mais da história da vida da dupla e dos contos mais famosos escritos por eles! Confira.

Bela Encanto Da Meia-Noite

Quem foram os irmãos Grimm

Nascidos em Hanau, na Alemanha, no século XVIII, Jacob Grimm (1785 – 1863) e Wilhelm Grimm (1786 – 1859) formaram-se em Direito, mas iniciaram suas carreiras de escritores estudando o folclore alemão e a linguagem popular daquela época.

Por muitos anos os Grimm dedicaram-se aos estudos da gramática do país natal. Essa atitude foi de extrema importância para a língua alemã: foram eles que, sem quaisquer estudos especializados, criaram o Dicionário Definitivo da Língua Alemã. Os irmãos morreram antes de finalizar o projeto, mas esse detalhe não tira a importância do feito.

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Em paralelo à linguagem germânica, os Grimm se dedicaram com a mesma persistência e curiosidade aos estudos de mitologia e folclore. A dupla ouvia com atenção a todas as versões de histórias contadas por carvoeiros e lenhadores em suas choupanas, e as reproduziam sem inserir qualquer fato novo.

A partir de então, começaram a perceber relações entre as crenças populares e os sacrifícios oferecidos aos deuses antigamente, dando abertura à imaginação fértil cultivada pelas histórias contadas.

A confecção das histórias

Os irmãos escreviam os relatos dos camponeses fielmente. A mulher de Wilhelm, Dortchen Wild, colaborou com 12 histórias, que trouxeram à tona o famoso personagem Rumpelstiltskin, do conto “O Anão Saltador”. No entanto, a grande colaboradora dos irmãos foi a camponesa idosa Dorotea Viehmman, que ofereceu a eles aproximadamente 200 histórias.

Mickey Na Alemanha

O primeiro trabalho dos Grimm foi publicado em 1812 e levou o nome de “História das Crianças e do Lar”, com 51 contos. Em 1815 foi lançado o segundo volume do livro, considerado o grande sucesso de Jacob e Wilhelm.

Aos poucos, as histórias foram se popularizando no mundo todo, ganhando inúmeras edições traduzidas em diversas línguas. Entre os grandes feitos dos irmãos destaca-se também a influência que exerceram em outros estudiosos, que passaram a realizar as mesmas pesquisas em seus países.

Os contos mais famosos

Inúmeras histórias escritas pelos irmãos Grimm foram transformadas em desenhos animados pela Walt Disney Studios e se transformaram em verdadeiros clássicos da infância. Certamente você conhece a Branca de Neve, A Bela Adormecida, Cinderela, João e Maria, Rapunzel, e muitos outros contos de autoria dos alemães. Dá pra acreditar que essa dupla foi responsável por tantas lembranças? A Kukos trabalha com peças de alguns personagens da Disney, desenvolvidas pelo artista Jim Shore, responsável por eternizar em imagens toda a magia que os irmãos Grimm nos deixaram com suas histórias!

Escultura Do Coral Disney

Os irmãos Grimm foram responsáveis não somente por disseminar a cultura do faz de conta no mundo todo, mas também por trazer grandes evoluções para a gramática local. Por meio de suas obras, os clássicos da literatura infantil não só ajudam as crianças a soltar sua imaginação, como oferecem o primeiro contato com suas línguas e o início do gosto pela leitura.

Gostou de saber mais sobre a história dos irmãos Grimm? Qual é a sua obra preferida? Conta pra gente nos comentários abaixo!

Saiba tudo sobre a origem do Grandfather Clock

As origens desse relógio estão ligadas à Holanda e à Grã-Bretanha, mas o seu nome tem relação com o famoso músico americano Henry Clay.

Não está entendendo nada?

Calma, nós vamos explicar. Diz a história que o principal responsável por desenvolver o relógio conhecido hoje como “Grandfather Clock” foi o holandês Christian Huygens, em 1656. Porém, os primeiros modelos somente começaram a ser fabricados para o comércio na Grã-Bretanha, quando o relojoeiro londrino Assuero Fromenteel enviou seu filho para a Holanda para aprender as técnicas de uso do pêndulo.

Os primeiros modelos desenvolvidos eram fabricados em carvalho e, com o passar do tempo, começaram a ser produzidos em madeiras mais nobres, como o mogno africano de alta qualidade, o que dava a esse relógio muita imponência.

Naquela época, contudo, o modelo era conhecido como “relógio de pêndulo longo” ou “relógio de pêndulo” e ele não era uma figura tão famosa quanto é hoje.

Relógio Carrilhão Pedestal Majestic II

Mas como Henry Clay entra nessa história?

Antes de Henry Clay, os relógios de pêndulo tinham lá o seu charme, mas não eram muito cobiçados para a decoração. Porém, após uma viagem do músico à Inglaterra, essa história começou a se modificar.

Em 1875, ele viajou para a Inglaterra a trabalho e se hospedou no hotel George – em North Yorkshire. Foi lá que ele se deparou com um tipo de relógio de pêndulo longo que estava no lobby do hotel. O mais curioso notado pelo músico foi que o relógio estava parado e, por isso, não tinha nenhuma serventia para ficar em um espaço de tanto destaque.

O dono do hotel explicou a Clay que o relógio havia pertencido a duas gerações anteriores de proprietários do estabelecimento, os falecidos irmãos Jenkins. Ao que consta a história, o relógio havia sempre funcionado perfeitamente, porém, quando o primeiro dos irmãos faleceu, o relógio passou a se tornar cada vez menos preciso. E, assim, quando o segundo irmão faleceu, ele parou totalmente de funcionar, na hora exata da sua morte. Apesar de todas as tentativas, nenhum relojoeiro havia conseguido resgatá-lo.

Veja mais Carrilhões

Por que o nome “Grandfather Clock”?

Não se sabe se essa é uma história verdadeira ou fictícia, porém ela foi suficiente para deixar Clay chocado a ponto de escrever uma canção sobre o incidente, intitulada “My grandfather’s clock” (em tradução livre, o relógio do meu avô).

A música estourou nas paradas de sucesso e, assim, o relógio, que antes era conhecido como “relógio de pêndulo longo” ou “relógio de pêndulo”, logo passou a ser chamado de “Grandfather Clock”.

Apesar das evoluções tecnológicas, muitos amantes dos relógios ainda mantêm a tradição de ter um Grandfather Clock em suas casas, mantendo viva a música de Clay e também a história intrigante dos irmãos Jenkins.

Mas, mesmo se você não for um fã de Henry Clay nem de histórias de suspense, também poderá ter um belo Grandfather Clock em sua casa, já que eles são muito elegantes. E se você quiser encomendar o seu hoje mesmo, que tal conferir as várias opções de Grandfather Clock da Kukos? Com certeza nós temos o modelo ideal para a sua decoração!

Depois de ler toda a história dos Grandfather Clocks, você ficou curioso sobre a peça? Deixe-nos um comentário.

 

Como funciona um relógio carrilhão?

Quem não carrega as boas lembranças da casa dos avós, recordando os sons, os cheiros, a mobília e todas as outras coisas que compunham o visual daquele local? Algo que é comum nesse tipo de ambiente e, consequentemente, em nossas recordações, é o imponente relógio carrilhão e seu ressoar característico.

Conheça mais sobre essa maravilha histórica em nosso post de hoje e aprenda alguns detalhes importantes sobre a sua manutenção!

O que é o relógio carrilhão?

O relógio carrilhão é uma verdadeira obra de arte de alto valor agregado, tendo sua mecânica minuciosamente pensada para além de informar as horas de maneira precisa e emitir um belíssimo som a cada hora ou intervalo, que pode ser de 15 ou 30 minutos.

Relógio Carrilhão Pedestal

Inventado por Christian Huygens e tendo sua primeira construção realizada por Salomon Coster em 1656, essa histórica peça foi inspirada pela pesquisa com pêndulos realizada pelo físico Galileu Galilei, juntamente com seu filho, no ano de 1600. Nessa época a precisão na marcação de horas a partir do movimento pendular já era impressionante, mas a consolidação do relógio carrilhão como um objeto preciso e funcional para residências, igrejas e demais locais, ocorreu no século XVIII, o que acabou por popularizá-lo não só por sua utilidade, mas também pela beleza de sua construção e do seu apreciado ressoar.

Como funciona?

O que determina a precisão do relógio carrilhão é a calibragem do peso do seu pêndulo, assim como do que chamamos de “fuga de energia”, determinada pelas engrenagens e roldanas presentes na construção da peça.

O que mantém a energia cinética do movimento do pêndulo para que ele vença a resistência do ar e continue na constante variação de exatamente um segundo por ciclo é a famosa “corda” que, em seu desenrolar extremamente preciso, mantém a alimentação do movimento, assim como a dos componentes que farão o relógio emitir seu característico som em um período pré-determinado.

De que forma mantenho o relógio carrilhão funcionando perfeitamente?

O relógio carrilhão, por ser um instrumento movido à energia 100% mecânica, requer alguns cuidados que apenas um profissional especializado conseguirá colocar em prática, como a calibragem dos seus componentes, por exemplo. Mas acertar seus ponteiros, assim como “dar corda”, é algo bem simples de ser feito e você mesmo poderá fazê-lo sempre que necessitar.

  • Normalmente, o relógio carrilhão é feito para funcionar por sete ou oito dias. Dessa forma, não se esqueça de “dar corda” a cada semana. Isso pode ser feito primeiramente identificando qual é o modelo do relógio, que geralmente é regulado por uma chave própria, acessando os orifícios presentes próximos aos números 3 (III) 6 (IV) e 9 (IX) e girando-a no sentido horário (ou anti-horário, dependendo do fabricante).
  • No caso dos relógios de corrente, basta acessá-las na parte inferior do mostrador e puxar cada uma delas até que os pesos estejam o mais próximos possíveis da parte superior do compartimento.
  • Acertar os ponteiros também não é nada complicado. Com o pêndulo parado, basta mover o ponteiro dos minutos, e apenas ele, sempre no sentido horário e configurar para o horário desejado. Se as melodias e badaladas do relógios estiverem ligadas, deve-se parar o ponteiro dos minutos de 15 em 15 minutos. Por exemplo: 11:15, primeira parte da melodia; 11:30, segunda parte da melodia; 11:45,  terceira parte da melodia e 12 horas toda a melodia mais as 12 badaladas. É preciso esperar para que o relógio toque parte das melodias e na hora cheia toda a melodia e o número de horas. Somente se a melodia e as badaladas estiverem desligadas, é possível passar o ponteiro direto. Importante ressaltar que você nunca deve girar o ponteiro das horas, mas sempre o ponteiro dos minutos.
  • Lembre-se de que todos esses movimentos devem ser feitos de forma bem suave, sem forçar nenhuma peça. Caso você encontre resistência em qualquer um dos procedimentos ou note que o relógio passou a se mover rápido demais ou mais lentamente após essas operações, procure um relojoeiro especialista.
  • Nos relógios carrilhões novos alguns deles vem com a opção de desligamento automático noturno, isso é o relógio desliga a sua melodia e badaladas as 21:45 e volta a tocar as 7:45. O relógio continua funcionando, porém de forma silenciosa para não atrapalhar o sono. 
  • Outra coisa sobre a limpeza da madeira do relógio, sempre usar somente um pano seco ou levemente umedecido para limpar a caixa do relógio, jamais passar lustra móveis ou óleo de peroba, pois as madeiras usadas para a fabricação dos relógios são bem secas e não aceitam estes produtos, ficando assim manchadas. 
  • A lubrificação do mecanismo varia em torno de 10 a 15 anos. Em regiões onde existam problemas com a maresia, a recomendação é que se faça o procedimento a cada a cada 10 anos.
  • Outra questão que deve ser lembrada é a importância de manter seu relógio carrilhão sempre devidamente nivelado. Para isso, utilize um nível d’água todas as vezes que precisar mexer na peça.
  • A Kukos possui uma rede de assistência técnica pelo Brasil que pode lhe auxiliar a manter o seu relógio funcionado e bem cuidado.

Veja mais Carrilhões

Ainda ficou alguma dúvida sobre como funciona ou sobre a manutenção dos relógios carrilhão? Ou até mesmo contar alguma experiência ou recordação relativa à essa verdadeira obra de arte? Então não deixe de participar da conversa nos comentários!

Saiba como surgiu o relógio cuco na Alemanha

Se você perguntar para a maioria das pessoas que possuem um relógio cuco pendurado em uma de suas paredes se sabem a história por trás daquela engrenagem, muitas dirão que não fazem ideia. O relógio de cuco é um artigo do passado, presente e futuro, ainda muito amado pelos filhos e netos. Em relação às suas origens obscuras, há duas fábulas principais. Para mergulhar neste maravilhoso mundo dos cucos e conhecer melhor estes incríveis relógios, continue lendo nosso post de hoje!

Curiosas histórias

O primeiro conto que temos notícia sobre a origem dos relógios cuco é a de Franz Steyrer, escrito em seu “Geschichte der Schwarzwälder Uhrmacherkunst“, de 1796. Ele descreve um encontro entre dois vendedores de relógio de Furtwangen (uma cidade na Floresta Negra), que vendia relógios cuco de madeira. Sua popularidade cresceu na região e mais e mais relojoeiros começaram a produzi-los.

 Relógio Cuco Alemão Clássico Mecanico Relógio Cuco Chalé alemão eletrônico  

A segunda história é relatada por outro sacerdote, Markus Fidelis Jack, em 1730, em que ele diz que um artesão, Franz Anton Ketterer, de Schönwald, uma cidade também da Floresta Negra, adornou um relógio com um pássaro em movimento.

Mas tudo isso parece não ser verdade. Este tipo de relógio é muito mais antigo do que os relógios da Floresta Negra. Ainda em 1650, o pássaro já era parte do conhecimento em livros de referência registrados em manuais. Dessa forma, demorou quase um século para o relógio de cuco encontrar o seu caminho para a Floresta Negra, onde por muitas décadas manteve-se como um produto de nicho pequeno.

Em 1862 o relojoeiro de renome, Johann Baptist Beha, começou a melhorar seus relógios Bahnhäusle ricamente decorados e esculpidos em forma de cones de abeto. Os relógios de cuco básico de hoje tornaram-se um símbolo da Floresta Negra, que é imediatamente compreendido em qualquer lugar do mundo.

Ainda atualmente é uma das lembranças favoritas de viajantes na Alemanha, Suíça e Áustria. O centro de produção continua a ser a região da Floresta Negra, na área de Schonach e Titisee-Neustadt.

Veja mais cucos

O estilo “Chalet”, a contribuição suíça

O estilo “Chalet” se originou no final do século XIX, na Suíça, época em que eles eram altamente valorizados como lembranças. Atualmente, existem três estilos básicos, em homenagem a diferentes casas tradicionais representadas: Chalé Floresta Negra, Chalé Suíço e o Chalé Bávara.

Juntamente com a ave que se projeta, os relógios cuco deste estilo também podem exibir outros tipos de figuras animadas tradicionais; exemplos incluem lenhadores, bebedores de cerveja e as rodas de água girando, etc. Alguns tradicionais relógios de cuco chalet dispõem de uma caixa de música.

Miniatura De Relógio Cuco Chalé Estilo Floresta Negra 

Design contemporâneo

Hoje em dia os relógios de cuco são fabricados inspirados em estilos decorativos contemporâneos. Rombach und Haas tornou-se o primeiro fabricante de relógio de Black Forest, que introduziu esta nova geração de relógios em 2006, produzindo um modelo concebido por Tobias Reischle. Em 2008 eles começaram suas próprias criações, graças à iniciativa de Conny Haas e gerente geral da empresa Ingolf Haas.

Relógio cuco no Brasil

A região brasileira em que mais houve propagação deste tipo de relógio foi no sul, pois a colonização alemã foi grande nesta área, o que gerou grande influência nos costumes e gostos.

Normalmente, a melodia soa somente em horas cheias em relógios de oito dias e tanto em horas cheias quanto em meias horas nos relógios de um dia. Os pesos são feitos de ferro fundido em forma de pinha e o som “cuco” é criado por dois tubos minúsculos no relógio, com foles unidos a seus topos. O movimento do relógio ativa o fole para enviar um sopro de ar em cada tubo alternadamente.

E aí? Gostou de conhecer mais sobre estes incríveis relógios que despertam a imaginação de todos? Você já sonhou em ter um cuco em casa? Acompanhe as novidades!

Você conhece o pássaro cuco? 7 curiosidades sobre essa ave tradicional!

Quem já ouviu o relógio cuco tocar, seja em casa, na casa da avó ou daquele outro parente que mora longe, nunca esquece o seu som característico. O que talvez muita gente não saiba é que o som produzido, bem como o nome dado ao relógio foram criados a partir do próprio canto do macho da ave.

Ou seja, a cada hora marcada, o passarinho — entalhado na peça do relógio — produz o som que marcou e continua marcando as lembranças de muita gente. Descubra, a seguir, mais sobre essa ave tradicional e confira 7 curiosidades sobre ela!

1. Trata-se de um pássaro solitário

O pássaro cuco (Cuculus canorus) leva uma vida solitária quando não está em época de acasalamento. Nesse período, sem manter parceiro fixo, os machos chamam pelas fêmeas por meio do canto característico, que soa como “cuu-coo“.

2. É uma ave migratória

Os cucos costumam viajar longas distâncias durante diferentes épocas do ano para fugir do frio, encontrar alimentos e acasalar. Sendo assim, podem ser encontrados desde o norte da África e países europeus até a Rússia. Durante o inverno, as aves se deslocam para o sul, enquanto que no verão retornam ao norte.

3. É uma espécie imitadora

Por serem presas de falcões, os cucos desenvolveram técnicas de imitação que os permitiram enganar o predador e evitar ataques. Fisicamente, são muito parecidos com os gaviões, e algumas espécies de cuco até aprenderam a imitar o voo do predador para assustar pássaros menores.

4. Desenvolve-se rapidamente

Depois de sair do ovo, o filhote de cuco atinge o tamanho de um adulto em apenas duas semanas. Seu crescimento é tão rápido que geralmente precisa sair do ninho antes do tempo para se abrigar em galhos e continuar recebendo alimento da mãe hospedeira. Na idade adulta, pode alcançar até 50cm de comprimento, e pesar até 100g.

5. Possui alimentação variada

Na sua dieta, o pássaro cuco tem preferência por pequenos invertebrados como borboletas, aranhas, besouros, lagartas, formigas e larvas de insetos. Ocasionalmente, pode também procurar por sementes, frutos e até pequenos anfíbios ou répteis.

6. Macho e fêmea têm cores diferentes

O cuco é uma espécie de ave que apresenta dimorfismo sexual em relação à coloração. Enquanto a fêmea apresenta penas na cor ferrugem e estrias brancas na parte superior do peito, o macho é cinzento e tem estrias brancas em toda a barriga. 

7. Incorporação do pássaro cuco ao relógio

Os primeiros relógios cuco surgiram na Alemanha, em uma região conhecida como Floresta Negra. Eram fabricados por artesãos dentro de suas próprias casas durante períodos de rigoroso inverno. Quando chegava o verão, os moradores saíam da região para vender os relógios e outras artes pela América, Ásia e Europa.

Veja mais cucos

O passarinho cuco foi incorporado ao relógio juntamente com outros elementos naturais e tradicionais que existiam na Floresta Negra, bem como atividades praticadas na época — ordenha, serraria e corte de lenha, por exemplo. A maioria dos relógios recebiam essas imagens desenhadas na própria madeira da qual eram fabricados e suas duas notas musicais produziam um som semelhante ao canto do cuco. Hoje, os relógios cuco são símbolos de tradição e representam a valorização do trabalho artesanal, que era feito em conjunto com a natureza e com a união das antigas famílias.

E então, gostou de aprender mais sobre o pássaro cuco? Aproveite para compartilhar essas curiosidades com seus amigos através das redes sociais!

 

Você sabe o que é um Grandfather Clock?

Aprenda agora como deixar sua casa com mais estilo e personalidade!

Os relógios foram e ainda são ferramentas fundamentais no dia a dia das pessoas, já que podem abrigar uma quantidade de informações e funções que vão muito além da marcação de horas, minutos e segundos. Os modelos de pulso mais modernos — embora tenham foco na funcionalidade — ainda são considerados belos acessórios para quem os utiliza.

Os maiores não cabem no nosso bolso ou braço, portanto, são utilizados como objetos de decoração e até como uma mobília integrada nos cômodos da casa. É o caso do Grandfather Clock. E aí, você sabe de qual modelo estamos falando? Saiba mais sobre ele e aprenda como usá-lo na decoração!

O que é um Grandfather Clock e por que leva esse nome?

Grandfather Clock é o termo tradicional utilizado para se referir aos relógios de armário, ou, especificamente no Brasil é chamado de pedestal ou pêndulo, cujo funcionamento do mecanismo (máquina) é a corda. Você já deve ter visto algum exemplar na casa de familiares ou amigos, já que eram peças tradicionais até um tempo atrás. O Grandfather Clock se caracteriza por conter um armário de proteção e que abriga os dispositivos do relógio no seu interior. Nesse tipo de relógio, a medida do tempo funciona com base na regularidade de oscilação do pêndulo.

Relógio Carrilhão Pedestal Americano - Cameron II

A origem do nome é curiosa e remete ao ano de 1875. Durante uma viagem à Inglaterra, o artista americano Henry Clay se hospedou em um hotel que continha um relógio de armário parado. Ao questionar os proprietários do hotel sobre o relógio, estes lhe disseram que o mesmo parou de funcionar quando os dois antigos proprietários — que eram irmãos — morreram. Verdadeira ou não, a história foi surpreendente o bastante para que o artista fizesse uma música em sua homenagem. A canção ficou conhecida como “Relógio do meu avô” (My Grandfather’s Clock).

Quando surgiu esse modelo de relógio?

Por volta de 1656, o holandês Christian Huygens aperfeiçoou um princípio de Galileu Galilei e utilizou um pêndulo para marcar as horas em um relógio. A experiência se materializou em um modelo que foi adaptado a um longo armário, o Grandfather Clock. Comparado aos relógios mecânicos anteriormente utilizados, o relógio de armário atrasava bem menos — cerca de 1 minuto a cada 4 dias — e por isso representou um grande avanço para a época. Sua criação permitiu o desenvolvimento do ponteiro dos minutos, que também foram idealizados por Huygens.

Os primeiros modelos comercializados eram fabricados em madeira de carvalho, ébano, mogno e pereira, e os detalhes entalhados eram de um ornamento singular, que representavam elementos naturais, florais e cenários da época. Hoje, esses relógios são muito mais utilizados nas residências e empresas pelo seu valor decorativo e emocional, que transmite boas lembranças e histórias de uma geração para outra.

Como usar o Grandfather Clock na decoração da casa?

O Grandfather Clock, assim como qualquer relógio antigo, é capaz de agregar valor decorativo e requinte a qualquer espaço da casa. Você pode utilizá-lo em cômodos mais sociais ou privativos, mas leve em conta que é um elemento rico em ornamentos e que, portanto, precisa de um espaço livre para ser observado nos mínimos detalhes. Também temos relógio pedestais bem modernos com design contemporâneo, que não tem fricotes… Servem para ambientes “clean”. Esses relógios, em sua grande maioria, são feitos com madeira escura, por isso geram um contraste interessante com paredes claras ou brancas.

Veja mais Carrilhões

Evite mantê-los em nichos ou quartos muito pequenos, pois há o risco de perder a escala e diminuir visualmente a área disponível. Se sua decoração for mais contemporânea, vale manter o relógio como uma peça complementar ao lado de mobílias moderninhas. Agora, se sua pegada é mesmo um tema mais retrô, aproveite para deixar que o Grandfather Clock seja o destaque principal da sua sala, quarto ou cozinha. Independentemente de estilo, valorize essa relíquia para que possa ser admirada todos os dias.

Conhece alguém que tenha um Grandfather Clock em casa? Compartilhe o artigo nas suas redes sociais!

Como funciona um relógio cuco?

Originalmente feitos em uma região montanhosa da Alemanha por volta do século XVII, os relógios cuco eram fabricados dentro das casas dos moradores devido ao rigoroso frio que fazia na época. Neles, podemos notar sempre uma série de elementos que remetem à rotina da época, como caças, animais da região, lenha, serra, ordenha e outros mais.

Somente um século depois, ele ganhou o famoso som do cuco, por meio de um artesão local chamado Franz Anton Ketterer. A partir disso, atravessou gerações e sempre estão em nossas memórias graças aos nossos avós e bisavós, que certamente tinham um relógio cuco em casa.

Relógio carrilhão de parede alemão

Quer saber um pouco mais sobre esse relógio que encanta muita gente até hoje? Continue a leitura!

O balançar do pêndulo conta os segundos

A função do pêndulo em um relógio cuco é fazer com que os segundos sejam contados. Cada vez que ele faz o movimento de ir para frente e para trás, um segundo é contado e apresentado no painel do relógio. Os fabricantes dos relógios cuco fazem a calibragem do eixo para que um balanço seja exatamente igual a um segundo de tempo.

Engrenagens: pesos, polias e correntes

Para possa funcionar em seu mais perfeito estado, o relógio cuco possui uma grande quantidade de engrenagens que ajudam a movimentar os seus ponteiros. Em seu sistema sistema interno, os pesos são amarrados com correntes em torno das engrenagens e descem como polias por meio do balanço do pêndulo.

São os pesos que controlam todo o funcionamento interno do relógio cuco. Um peso fica responsável por controlar os ponteiros, outro faz o controle do carrilhão e um terceiro é destinado ao controle do pássaro cuco.

Badalo: é assim que o relógio emite o som de “cu-co”!

Não há som mais aguardado em um relógio cuco do que o “cu-co” que ele emite, não é verdade? Esse som não é eletrônico, e sim criado a partir de dois foles e apitos. Os foles servem para produzir vento e são preenchidos de ar ao serem levantados por meio dos cabos de tensão que estão ligados nas engrenagens do relógio cuco. Na hora de badalar, essas engrenagens liberam a tensão no fole, fazendo-os descer rapidamente. O ar, dessa forma, é levado aos dois apitos. Um emite o som de “cu” e o outro de “co” — é assim que o relógio faz “cu-co”.

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Olha o passarinho saindo do relógio!

Quando éramos crianças, sempre esperávamos as horas exatas para ver o passarinho sair de dentro do relógio e ouvir o seu som. Esse passarinho, que pode ser feito de plástico ou de madeira, fica apoiado em um suporte, o qual é articulado e está atrás das portas do relógio. Para que a saída do pássaro case com o som do relógio, o suporte dele também é ligado aos foles e apitos que emitem o som.

Quando chega a hora do badalo, o fio de tensão que prende a ave aos foles é liberado e ela sai em sincronia com o barulho do relógio. Na sequência, elas retornam trazendo o pássaro para dentro.

Agora que você já sabe um pouco mais sobre o funcionamento do relógio cuco, deixe seu comentário e conte para a gente quais são as lembranças que ele traz!

 

Como decorar a casa usando relógios de parede?

Alguns objetos de decoração dão um charme a mais na casa. Entretanto, hoje em dia, aliar decoração e utilidade é uma opção excelente para quem aprecia praticidade e beleza. É o caso do relógio de parede, que, além de ser um objeto fundamental na casa, transmite estilo e beleza para quem o vê. Neste post, vamos dar dicas de como decorar a casa utilizando o relógio de parede! Venha com a gente: escolha o modelo ideal!

Existem vários modelos de relógio. O importante é escolher um de acordo com o estilo de decoração do local onde você deseja expô-lo. O bacana é que o relógio não serve apenas para mostrar as horas; com a peça ideal, ele dará um toque de charme e elegância ao ambiente. Seja na sala, seja no quarto, seja na cozinha, o relógio faz a diferença na decoração.

Relógio Carrilhão De Parede

Diferentes tipos de relógio

Os relógios podem ser de parede, de mesa, de pulso ou de chão. Na decoração da casa, é interessante optar pelo relógio de parede, pois ele ficará visível para todos os presentes no local.

Os relógios de parede podem ser encontrados em diversos modelos: convencional (redondos, quadrados ou ovais), carrilhão ou cuco.

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Ambientes que combinam com o relógio convencional

O relógio de parede convencional pode ser instalado em qualquer ambiente desde que se harmonize com o restante do cômodo. É bem comum que seja colocado na cozinha porque, por ser um ambiente mais discreto, ele acaba fazendo parte da decoração. Os relógios mais coloridos ficam perfeitos em paredes brancas ou nudes. Se a cozinha tiver decoração moderna, vale a pena investir em modelos mais divertidos, como formas abstratas e cores vibrantes.

Miniatura De Relógio Cuco Clássico Azul

Ambientes que combinam com o relógio carrilhão

O relógio carrilhão é conhecido por ser clássico e elegante, sendo perfeito para ficar na sala de estar.

Por transmitir ao ambiente um toque de sofisticação, fica bem em cômodos com decoração mais tradicional, com sofás rústicos e móveis de madeira. Além de ser extremamente atraente, é completamente funcional, enriquecendo ainda mais o recinto.

RELÓGIO CARRILHÃO DE PAREDE

Ambientes que combinam com o relógio cuco

Criado em 1750, o relógio cuco traz autenticidade e elegância. Por ser uma peça antiga, ele fica lindo em ambientes com decoração tradicional, mas é preciso cuidado, pois a decoração clássica já possui suficientes elementos. Por isso, uma sala de estar com poucos móveis é o ideal. Quem gosta de modernidade também vai gostar desse relógio, pois ele é bem rústico e um diferencial a mais na decoração.

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Por ser feito de madeira maciça, o relógio cuco é bastante atraente e elegante, devendo estar em harmonia com o restante da casa. Paredes com tons mais claros enfatizarão o objeto pregado nelas. Se as paredes forem escuras, os móveis deverão ser claros para criar um contraste com o relógio.

O relógio cuco é muito mais que um objeto. Ele faz parte da decoração da sala e, por isso, ao escolher o modelo favorito, pense em toda a decoração, na combinação com o restante dos móveis e peças de decoração.

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Além disso, é uma peça que permanece na família por gerações, sendo também um objeto de valor sentimental para quem o tem. A essência do relógio cuco é intensa e com toques de sentimentalismo. Uma peça clássica possui memórias e lembranças, assim como o modelo de relógio cuco.

Em casa moderna ou clássica, o relógio cuco, com certeza, encontrará um espaço para valorizar ainda mais o cômodo, tornando-o mais aconchegante e elegante!

E você? Já escolheu o tipo de relógio que mais combina com a sua casa? Conte para nós!